<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Escola da Criança Ativa &#187; Artigos</title>
	<atom:link href="http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/category/artigos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site</link>
	<description>Portal Escolar</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 15:39:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.5</generator>
		<item>
		<title>Ele tem um amigo imaginário.</title>
		<link>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2011/05/09/ele-tem-um-amigo-imaginario/</link>
		<comments>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2011/05/09/ele-tem-um-amigo-imaginario/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 May 2011 11:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ECA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/?p=1883</guid>
		<description><![CDATA[meu filho tem um amigo imaginario]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/meu-filho-tem-um-amigo-imaginario.pdf">meu filho tem um amigo imaginario</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2011/05/09/ele-tem-um-amigo-imaginario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Só um tapinha não dói. Será?</title>
		<link>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2010/09/10/so-um-tapinha-nao-doi-sera/</link>
		<comments>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2010/09/10/so-um-tapinha-nao-doi-sera/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 13:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ECA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/?p=1717</guid>
		<description><![CDATA[Confira o que diz a especialista sobre pais que insistem em bater nos filhos no lugar de educar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1718" title="0,,42766222,00" src="http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/wp-content/uploads/2010/09/04276622200-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p>Quem quando criança não tomou um tapa dos pais? Eu tomei alguns, até porque era uma criança comportada e não dava muito trabalho. Também tinha tanto medo que meus pais me batessem que criava o menor número de situações possíveis para ganhar esse tipo de castigo. Mas eu confesso: fiz muita coisa escondida – algumas até perigosas – sem que eles desconfiassem. Funciona assim, quando usamos a ameaça no lugar do diálogo.</p>
<p>Um tapa educa? Duvido. Se bater educasse, o mundo já seria um lugar muito melhor.</p>
<p>O tapa intimida, dá medo, mostra quem é o mais forte. Bater reprime, não educa. Bater encurta a conversa – mata a possibilidade de que o diálogo exista. Bater cala a boca da discussão e desperta a mágoa.</p>
<p>Educar é ter trabalho. É suor e insistência. Educar não toma atalhos, nem abrevia conversas. Educar as estimula. Quando educamos, preparamos a criança para ser um cidadão. Um cidadão que fará parte da sociedade e deve contribuir para que essa seja um lugar mais justo e digno. Para que a sociedade seja assim, respeitar a autonomia, fazer o bem e justiça são valores necessários. A bioética discute esses valores há anos. Na escola, seu filho já deve ter ouvido falar disso. E, em casa, ele estará ouvindo sobre o quê? Se você acha que se educa uma</p>
<p>pessoa com castigo corporal, seu filho está aprendo a intolerância, a injustiça, a brutalidade. Quando ele crescer, vai usar essas ferramentas para resolver seus problemas e conflitos com mais facilidade que uma criança que aprendeu o valor do diálogo.</p>
<p>O tapa faz pela educação o que a repressão faz na natureza. Impede com uma barreira o curso de um rio. Ele será contido num primeiro momento, mas sua força se acumulará e, no tempo devido, o rio se revoltará e destruirá a barreira. Com os filhos é igual. Você pode reprimir – porque eles são pequenos, vulneráveis e frágeis &#8211; e pode ser relativamente fácil e rápido. Mas saiba que você está postergando o problema para o futuro. A criança cresce. E na adolescência, fase natural de questionamentos, a criança tratada com repressão possivelmente vai se revoltar contra seus opressores.<br />
Não tenha pressa para educar. Invista em atitudes que possam frutificar no futuro. Mostre ao seu filho que, apesar do seu tamanho e força, você escolhe usar a inteligência. Nessa relação, o respeito mostra a ele o que o medo jamais ensinará: a confiar nos pais.<br />
<em>*Rita Calegari é psicóloga do Hospital São Camilo (SP) e há 15 anos ouve em seu consultório histórias de adultos e crianças. É mãe de uma adolescente que nasceu no mesmo ano da revista CRESCER, há 16 anos (e jura que tem o primeiro exemplar em casa, de lembrança!)<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2010/09/10/so-um-tapinha-nao-doi-sera/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>10 passos para lidar com a birra da criança. E não perder a classe</title>
		<link>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2010/09/10/10-passos-para-lidar-com-a-birra-da-crianca-e-nao-perder-a-classe/</link>
		<comments>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2010/09/10/10-passos-para-lidar-com-a-birra-da-crianca-e-nao-perder-a-classe/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 13:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ECA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/?p=1709</guid>
		<description><![CDATA[1. Por pior que seja o “espetáculo”, NUNCA, JAMAIS, em tempo algum bata no seu filho. 2. Antes de sair, previna-se de possíveis contratempos. Se vai ao supermercado, fale que a criança tem direito a escolher dois doces, por exemplo. 3. Não ceda às manipulações. Mostrar que birras não dão resultado é um jeito de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/wp-content/uploads/2010/09/019661309001.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1712" title="0,,19661309,00" src="http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/wp-content/uploads/2010/09/019661309001.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>1. </strong>Por pior que seja o “espetáculo”, NUNCA, JAMAIS, em tempo algum bata no seu filho.</p>
<p><strong>2.</strong> Antes de sair, previna-se de possíveis contratempos. Se vai ao supermercado, fale que a criança tem direito a escolher dois doces, por exemplo.</p>
<p><strong>3.</strong> Não ceda às manipulações. Mostrar que birras não dão resultado é um jeito de desestimulá-la a repetir a cena.</p>
<p><strong>4.</strong> Avise seu filho que só conversará com ele depois que ele se acalmar (e você também&#8230;).</p>
<p><strong>5.</strong> Se precisar dar uma bronca na criança, espere ela terminar de espernear e explique por que está sendo punida. É importante que ela entenda o que fez de errado e, para isso, precisa estar tranqüila para conseguir ouvir o que você tem a dizer.</p>
<p><strong>6.</strong> Não brigue com seu filho na frente de todo mundo; isso o fará se sentir humilhado.</p>
<p><strong>7.</strong> Desvie o foco da criança. Mostre um objeto diferente, o cachorrinho passando na rua, o avião lá no céu&#8230; Use a criatividade!</p>
<p><strong>8.</strong> Algumas vezes, por trás da birra existe uma criança com fome, sono ou carente. Se for esse o caso, responda pacientemente e faça um carinho. Às vezes, é só disso que ela precisa.</p>
<p><strong>9.</strong> Simplesmente ignorar a birra também pode dar bons resultados. Respire fundo.</p>
<p><strong>10.</strong> Se não tiver como conter o show no meio da loja, simplesmente pegue seu filho no colo e vá embora. Sem escândalos. Ele vai perceber que não adiantou nada e você evita o constrangimento.</p>
<p>Monica Brandão e Tamara Foresti</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2010/09/10/10-passos-para-lidar-com-a-birra-da-crianca-e-nao-perder-a-classe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Criança e leitura primeiras aproximações</title>
		<link>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2010/08/25/crianca-e-leitura-primeiras-aproximacoes/</link>
		<comments>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2010/08/25/crianca-e-leitura-primeiras-aproximacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 18:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ECA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/?p=1693</guid>
		<description><![CDATA[... é importante que ela (a criança) veja os pais lendo, as pessoas que ela gosta lendo, as pessoas com quem convive mais no seu dia-a-dia lendo! Livros, jornais, revistas, folhetos, tudo é bem-vindo! A escola não pode ser a única responsável por inserir o objeto livro no universo da criança."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8230; é importante que ela (a criança) veja os pais lendo, as pessoas que ela gosta lendo, as pessoas com quem convive mais no seu dia-a-dia lendo! Livros, jornais, revistas, folhetos, tudo é bem-vindo! A escola não pode ser a única responsável por inserir o objeto livro no universo da criança.&#8221; </em></p>
<p>Criança começa a ler muito antes de saber decifrar o código escrito. A lei­tura das imagens é uma habilidade que ela adquire antes, por exemplo. Mas há outros sinais importantes para que a leitura vá se conjugando como um conceito amplo: a criança lê o espaço onde está inserida,lê a emoção que vem das pessoas com as quais ela interage, compreende a fala, a oralidade, que é de alguma forma um código também linguístico e, por fim, reage a cada uma dessas manifestações.</p>
<p>Para que tudo isso se torne eficiente no processo de aquisição da leitura, a criança precisa ter acesso e conviver com esses códigos desde cedo. E os pais têm papel fundamental nisso! Contar histórias para as crianças desde a ges­tação é uma ação possível e bem-vinda! Assim, a criança vai se acostumando com o ritmo da fala da mãe, com a musicalidade, com as ondas e fre­qüências de uma fala afetiva, que criam proximidade e geram segurança. Mas outras ações interativas são importantes para preparar o aparecimento do leitor: cantar, brincar, construir coisas, criar, assistir filmes, conversar, debater e, princi­palmente, instituir um ambiente leitor, no espaço da escola, mas também no espaço da casa. Mesmo que seja uma única prate­leira, onde estejam os livros da criança, numa altura em que ela possa alcançar. Podem ser livros de pano, livros emborrachados, de plásti­co, para os primeiros momentos em que há um ímpeto em rasgar! Livros cartonados, que são mais duros, etc.</p>
<p>Além do contar histórias é importante ler também para a criança, para que</p>
<p>objeto livro fique presente e seja uma realidade na vida dela. Frequentar biblioteca da escola ou a biblioteca do bairro, passear pelas livrarias, mexer nos livros, sempre que possível acompanhada dos pais.</p>
<p>Livros também podem ser dados de presentes às crianças, em datas espe­ciais! Mesmo que se opte por presenteá-las com brinquedos ou roupas em datas como aniversários, Natal, etc., o livro pode fazer parte deste pacote, sem eliminar as outras coisas, se for o caso!</p>
<p>Essas primeiras aproximações ao universo da leitura, e, portanto, sociocultural, serão ainda mais fortes se a criança se acostumar a ver a leitura e o livro como um valor positivo no ambiente que a rodeia. Para isso é importante que ela veja os pais lendo, as pessoas que ela gosta lendo, as pessoas com quem convive mais no seu dia-a-dia lendo! Livros, jornais, revistas, folhetos, tudo é bem-vindo!</p>
<p>A escola não pode ser a única responsável por inserir o objeto livro no universo da criança. Os pais não podem deixar de fazer a sua parte! A escola também não pode deixar de fazer a sua parte. Uma complementando a outra!</p>
<p>E para que a necessidade de formar o leitor desde a infância torne-se ainda mais abrangente, pode-se fazer a criança conviver com a leitura através de outras linguagens artísticas, desde cedo! Portanto, o teatro, o circo, a dança, o cinema, o museu, o parque, a brinquedoteca, a livraria, podem e devem estar no roteiro das atividades artístico-culturais da infância. Não esporadicamen­te, mas com freqüência. É a repetição que vai criar a familiaridade e a visão crítica. As crianças sabem, desde muito cedo, manifestar suas opiniões sobre o que lhes agrada ou não; sobre o que tem qualidade e lhes atinge ou não! E são quase sempre imediatas! Nós, adultos, precisamos é ter olhos pra ver e ouvidos para escutar!</p>
<p><strong>Celso Sisto </strong></p>
<p>Escritor; Ilustrador; Contador de Histórias do Grupo Morandubetá (RJ); Ator; Arte­educador; Crítico de Literatura Infantil e  Juvenil; Especialista em  Literatura Infantil e Juvenil, Mestre em Literatura Brasileira.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2010/08/25/crianca-e-leitura-primeiras-aproximacoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A arte pinta o sete na educação</title>
		<link>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/07/14/a-arte-pinta-o-sete-na-educacao/</link>
		<comments>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/07/14/a-arte-pinta-o-sete-na-educacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 20:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ECA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.colegiomatisse.com.br/site/?p=1126</guid>
		<description><![CDATA[por Flávio Soares – Diretor da Fólio Comunicação Mãos sujas de tinta (ás vezes não só as mãos mas o corpo todo), máscaras, fantasias, pés descalços, barro entre os dedos e música&#8230; Quem está pensando nas aulas de artes acertou. Na maioria das escolas, a aula de artes é um espaço e um tempo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="noPadding" style="text-align: justify;"><strong style="font-size: 10px;">por Flávio Soares – Diretor da Fólio Comunicação</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Mãos sujas de tinta (ás vezes não só as mãos mas o corpo todo), máscaras, fantasias, pés descalços, barro entre os dedos e música&#8230; Quem está pensando nas aulas de artes acertou. Na maioria das escolas, a aula de artes é um espaço e um tempo de quebra da rotina dos alunos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao entrarem nas oficinas de artes as crianças se deparam com uma experimentação quase ilimitada. Manuseando diversos materiais e vivenciando várias formas de expressão, ficam frente a frente com a criação de linguagens que remontam as origens do homem, e que até hoje nos emociona e nos faz refletir.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo artístico começa no &#8220;caótico&#8221; movimento de misturar-se com a matéria, tomando forma pouco a pouco à medida que o aluno vê seu emocional se cristalizando em &#8220;saberes&#8221;. Saberes quase sempre à margem das teorizações, mas concretos como a escultura feita do a partir do barro mole, da música que sai de um batuque com panelas e a rima que flui inspirada no azul do céu.</p>
<p style="text-align: justify;">Rose dos Santos, Sílvia e André Cortês, arte educadores e tarimbados &#8220;oficineiros&#8221;, nos contam um pouco da presença da arte na educação: &#8220;Você pode educar através da arte. A arte não precisa ser um fim&#8230; Ela pode ser um meio, ela deve ser um meio. Quanto mais envolvido com a música, mais facilidade para a Matemática você vai ter; quanto mais envolvido com a contação de história, mais abertura você vai ter para Comunicação e História. A percepção tátil está na Geografia quando você olha um relevo e sente aquela textura nas mãos, no corpo&#8230; É uma outra relação&#8221;, afirma Sílvia apoiada por seus outros colegas de oficina.</p>
<p style="text-align: justify;">Na visão dos três educadores, a arte traz uma &#8220;desconstrução&#8221;, que dentro do universo escolar vai mexer fundo com todas as informações que cada indivíduo (aluno) capta no seu processo formal de aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">
&#8220;O sistema de educação forma uma pessoa que acredita que primeiro ela pensa e depois ela faz. Primeiro ela vai ter uma ideia e depois ela vai executar. Todo trabalho de criação funciona de forma inversa. Você tem que ir fazendo aos poucos e o próprio fazer é que gera as possibilidades da idéia&#8221;, diz André.<br />
A arte entra para ajudar as crianças a &#8220;digerir&#8221; com mais vagar e tranqüilidade as informações (principalmente imagéticas) as quais elas são expostas e forma tão veloz no mundo de hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um dos objetivos do trabalho da oficina é permitir que a criança se concentre nela mesma para criar caminhos&#8221;, afirma André. E os três são unânimes em afirmar a importância do educador nessa hora.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se uma história não é boa para mim não consigo fazer com que ela seja agradável para os alunos&#8221;, exemplifica Rose.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os &#8220;oficineiros&#8221;, mais importante que trabalhar uma linguagem com os alunos é poder viabilizar projetos em que a nossa cultura, a natureza e o envolvimento do grupo sejam as verdadeiras matérias-primas da criação.<br />
Envolvimento parece ser mesmo a palavra-chave para esses profissionais que tiveram sua entrada na educação a partir de um mergulho pessoal na arte. Silvia abandonou a química e Rose largou um emprego numa multinacional pelo estudo e a prática artística. André, que gostava de desenho e de matemática, optou por desenho industrial, mas o que o seduziu mesmo foram as possibilidades de &#8220;construção&#8221; com a cultura popular. Este mergulho nas artes levou os três para a praia da educação. Um lugar que poucos se atrevem a trilhar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nossa sociedade a imagem do artista tem sido muito estigmatizada. Ao mesmo tempo em que a criatividade é elogiada e reconhecida, adjetivos que vão de excêntrico, passando por sensível até maldito, estão relacionados ao universo das artes e seus &#8220;militantes&#8221;. Isso serviu para afastar ainda mais a arte das outras atividades humanas.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola também contribuiu nesse processo. O ensino das artes nas instituições educativas ficou sempre equilibrado em uma balança que, ora pendia para o ensino de &#8220;habilidades&#8221;, ora pesava para o lado de uma &#8220;recreação&#8221; pouco fundamentada.</p>
<p style="text-align: justify;">Felizmente, nos anos 70, experiências educativas bem sucedidas se tornaram conhecidas justamente por aliar o ensino das artes em seu currículo. Não de forma estanque e fracionada, mas como mola propulsora para o aprendizado. Mesmo assim a aula de artes é, na maioria das escolas, um &#8220;corpo estranho&#8221;. André vê na abertura pedagógica desse espaço o motivo dessa diferença.<br />
O artista e sua produção têm navegado entre a glória e a marginalidade. Gênios das artes são reverenciados no mundo todo, mas quando um jovem escolhe a &#8220;profissão de artista&#8221; ainda causa, muitas vezes, calafrios nos pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa sociedade tecnicista e consumista como a nossa, uma atividade que precisa de muito tempo para dar frutos não poderia ser vista mesmo com bons olhos. Principalmente num país como o nosso, onde a cultura e as manifestações artísticas são tão pouco valorizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Rose que deixou uma promissora carreira numa grande empresa para se dedicar à educação artística, afirma que a cobrança sócio-familiar é fator de peso na hora de se optar por uma profissão artística: &#8220;Existe um momento da vida em que a sociedade e sua família vão cobrar sim.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Já André acha que certas escolhas são feitas com o coração e que nestes casos coração não pensa. &#8220;Não é que você não tenha escolhido racionalmente, mas é que você não pode fazer de outra forma. Você foi realmente pego por aquela situação e não se vê fazendo outra coisa.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação às crianças nas oficinas, Sílvia firma que o mais importante não é revelar talentos e &#8220;profissionais em potencial&#8221;, mas mostrar que a arte serve para olhar o mundo através de uma outra perspectiva. O que fica da aula de artes não é nem a questão de ‘eu tenho habilidade para&#8217;. Mas ‘eu tenho uma percepção diferente&#8217;. Consigo perceber de uma outra maneira&#8230; Isso é fundamental nas escolas. É você poder trabalhar a matemática com uma outra visão, trabalhar a História com um outro contexto, com uma outra riqueza, aquela que você traz dentro de si e que te diferencia.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Para estes experientes arte-educadores o que se ensina e o que se aprende têm de fazer sentido. Não pode haver arte ou qualquer outro conhecimento que não esteja intimamente ligado ao ser e ao meio em que vive. Aí é que reside a consciência, a formação e a prática do mestre. Ensinar é poder dar ao aluno bases para ele se conhecer e em se conhecendo poder estabelecer relações, formular conceitos, experimentar e assimilar experiências. &#8220;A relação com a sua própria natureza e com o ambiente é uma coisa muito forte que procuramos passar nas oficinas. Até porque para construir outra realidade &#8211; e arte tem essa pretensão &#8211; é preciso sempre estabelecer uma relação melhor com as coisas, e arte nunca está satisfeita&#8221;, explica André.</p>
<p style="text-align: justify;">Teorias e discursos à parte, o que fundamenta mesmo estes três educadores é ver as crianças &#8220;colocando a mão na massa&#8221;, criando, vestindo fantasias, brilhando os olhinhos a cada ponto de uma boa história, inventando mundos, colorindo versos, pintando muros, vivendo personagens, fazendo melodias, modelando o barro, construindo coisas, projetando sonhos, realizando sentimentos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">E por aí vai. Aliás, não começamos esse artigo falando de mãos sujas?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/07/14/a-arte-pinta-o-sete-na-educacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ai, que  teimosia!  A resistência na hora de se arrumar para a escola ou sentar-se à mesa do jantar, na verdade, é demonstração de personalidade</title>
		<link>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/ai-que-teimosia-a-resistencia-na-hora-de-se-arrumar-para-a-escola-ou-sentar-se-a-mesa-do-jantar-na-verdade-e-demonstracao-de-personalidade/</link>
		<comments>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/ai-que-teimosia-a-resistencia-na-hora-de-se-arrumar-para-a-escola-ou-sentar-se-a-mesa-do-jantar-na-verdade-e-demonstracao-de-personalidade/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 19:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ECA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.colegiomatisse.com.br/site/?p=1028</guid>
		<description><![CDATA[De repente, aquela criança meiga, que ficava sempre ao seu lado, feliz em fazer tudo o que você pedia sem questionar nenhuma ordem, muda. Agora, são horas para fazê-la levantar da cama. Entrar no banho e se vestir, então, vira uma guerra diária. Às vezes parece preguiça ou até algum problema físico, mas não há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De repente, aquela criança meiga, que ficava sempre ao seu lado, feliz em fazer tudo o que você pedia sem questionar nenhuma ordem, muda. Agora, são horas para fazê-la levantar da cama. Entrar no banho e se vestir, então, vira uma guerra diária. Às vezes parece preguiça ou até algum problema físico, mas não há nada de errado com ela, apesar de o comportamento muitas vezes atingir o limite da paciência dos pais. &#8220;A sensação é de que a criança está sempre absorta, perdida em outro mundo, sem prestar atenção ao que se pede a ela&#8221;, descreve a psicanalista mineira Silvia Grebler Myssior.<br />
Bater o pé para não fazer o que não quer tem mais a ver com demonstração de personalidade. &#8220;Como sente que já tem acesso à própria identidade, fica com medo de perdê-la&#8221;, explica Silvia. &#8220;A criança vive um período no qual já se sente emocionalmente mais segura e independente, e age mais de acordo com suas vontades do que com as dos pais ou dos adultos em geral. Por isso ela se ressente em ter de parar o que está fazendo e obedecer os pais&#8221;, concorda a psicóloga Luciana Altenfelder, do Hospital da Criança, em São Paulo.<br />
<strong>Só quando quer<br />
</strong>A física Eliana Nunes, 50 anos, pensou que iria enlouquecer quando sua filha Gabriela, 7, entrou nessa fase. &#8220;No início achava que tinha algo errado porque todos os dias de manhã era uma discussão para levá-la ao colégio. Ela queria dormir. Quase mudei o horário da escola, achando que estava exigindo demais, fazendo-a levantar cedo, mas notei que o comportamento se repetia também à tarde, na hora de guardar os brinquedos. Quando a escola marcou a saída de uma excursão para um horário ainda mais cedo do que o das aulas, Gabi não reclamou nem um pouco e chegou para o café-da-manhã de banho tomado e trocada. Observei que ela só ficava &#8216;cansada&#8217; quando convinha. Apesar de respeitar as vontades da minha filha, passei a ser mais firme&#8221;, conta Eliana.<br />
A mãe agiu certo. O melhor nessa fase é ter paciência e buscar um equilíbrio entre o que a criança deseja e o que os pais querem. Primeiro verifique se o seu filho não está com excesso de atividades, o que realmente o levaria a ficar cansado. Se não for o caso, respeite a personalidade dele &#8211; e a sua.</p>
<p><strong>Pequenas negociações<br />
</strong>Palmadas só pioram a situação. Gritos também não resolvem muito. Melhor conversar. A criança estará escutando mesmo fingindo que não.<br />
Tente sempre mostrar alguma vantagem do que você está pedindo (ir à escola encontrar os amiguinhos, sentir-se limpa depois do banho&#8230;).<br />
Deixe que ela demonstre sua personalidade. Ela pode escolher a roupa que vai colocar depois do banho. Ou deixe-a, por exemplo, fazer a tarefa depois do desenho preferido (mas aí tem de fazer mesmo ou não será mais respeitada).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/ai-que-teimosia-a-resistencia-na-hora-de-se-arrumar-para-a-escola-ou-sentar-se-a-mesa-do-jantar-na-verdade-e-demonstracao-de-personalidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre Pais e Filhos &#8211; autora Lya Luft</title>
		<link>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/sobre-pais-e-filhos-autora-lya-luft/</link>
		<comments>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/sobre-pais-e-filhos-autora-lya-luft/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 19:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ECA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.colegiomatisse.com.br/site/?p=1024</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Por que as crianças hoje são tão malcriadas e os adolescentes tão agressivos?&#8221; A pergunta mexeu com todos. Alguns aplaudiram, outros deram risada (solidária, não irônica), e pareceu correr pela sala um onda de alívio: o problema não era a dor secreta de cada um, mas uma aflição geral. Minha resposta não foi nada sofisticada. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Por que as crianças hoje são tão malcriadas e os adolescentes tão agressivos?&#8221; </em></p>
<p style="text-align: justify;">A pergunta mexeu com todos. Alguns aplaudiram, outros deram risada (solidária, não irônica), e pareceu correr pela sala um onda de alívio: o problema não era a dor secreta de cada um, mas uma aflição geral. Minha resposta não foi nada sofisticada. Saltou espontânea de trás de tudo o que li sobre educação e psicologia:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Porque a gente deixa&#8221;. </em></p>
<p style="text-align: justify;">E a gente deixa porque talvez uma generalizada troca de papéis nos confunda. Por exemplo, a que ocorre entre público e privado. Vivemos uma ânsia de expor o que pensamos sobre os outros, achando que nos resguardamos da opinião alheia. No entanto, essa é uma forma de botar a cara na janela, tornar-se cabide dos fantasmas alheios &#8211; uma verdade mais contundente do que imaginam os que nunca se debruçaram em nenhum parapeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando pequena, numa cidade do interior, era engraçado no fim da tarde, no sobrado de meus avós, subir numa banqueta e, cotovelos apoiados em almofadas, ficar olhando pela janela o que se passava na rua. Até que descobri que eu é que estava sendo olhada: eu me expunha. Eu, tímida e assustada, era personagem, não platéia. E a janela perdeu a graça.</p>
<p style="text-align: justify;">Filhos malcriados e agressivos&#8230; O problema da autoridade em crise não é do vizinho, não acontece no exterior, não é confortavelmente longínquo. É nosso. Parece que criamos um bando de angustiados, mas do que seria natural. Sim, natural, pois, sobretudo na juventude, plena de incertezas e objeto de pressões de toda sorte, uma boa dose de angústia é do jogo e faz bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas quando isso nos desestabiliza, a nós, adultos, e nos isola desses de quem estamos ainda cuidando, a quem devemos atenção e carinho, braço e abraço, é porque, atordoados pelo excesso de psicologismo barato, talvez tenhamos desaprendido a dizer não. Nem distinguimos quando se devia dizer sim. Estamos tão desorientados quanto esses que têm vinte, trinta anos menos do que nós. Assim é instalada a inversão, e esta pode ser bem dolorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes crianças são excessivamente malcriadas e adolescentes agressivos demais porque têm medo. Ser insolente, testar a autoridade adulta, quebrar a cara e bater pé, tudo isso faz parte do crescimento, da busca saudável de um lugar no mundo. Mas não ter limites é assustador. Ser superprotegido fragiliza. O mundo é informe quando se está começando a caminhar por ele: quem poderia sugerir formas, apontar caminhos, discutir questões, escutar e dialogar está tão inseguro quanto os que mal acabaram de nascer.</p>
<p style="text-align: justify;">Teorias tão mal explicadas, mal digeridas e mais mal aplicadas geraram o medo de magoar, de afastar, de &#8220;perder&#8221; o filho. A fuga da responsabilidade, o receio de desagradar (todos temos de ser bonzinhos) aliam-se ao conformismo, o &#8220;hoje em dia é assim mesmo&#8221;. Ninguém mais quer ser responsável: é cansativo, é tedioso, dá trabalho, causa insônia. Queremos ser amiguinhos, mas os filhos precisam de pais. E, intuindo nossa aflição, esperneiam, agridem, se agridem &#8211; talvez por não confiarem o suficiente em nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter um filho é, necessariamente, ser responsável. Ensinar numa escola é ser responsável. Estar vivo, enfim, é uma grave responsabilidade. Não basta tentar salvar a própria pele nessa guerrilha social, econômica, ética e concreta em que estamos metidos. Trata-se de ter ao menos um pequeno facho de confiança, generosidade e experiência, e colocá-lo nas mãos das crianças e dos jovens que, queiram eles ou não, se voltam para nós &#8211; antes de se voltarem contra nós.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/sobre-pais-e-filhos-autora-lya-luft/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brincando de sombra: seu filho gosta de imitar você?  Imitar os adultos, capacidade inata da criança, é fundamental na conquista da autonomia</title>
		<link>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/brincando-de-sombra-seu-filho-gosta-de-imitar-voce-imitar-os-adultos-capacidade-inata-da-crianca-e-fundamental-na-conquista-da-autonomia/</link>
		<comments>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/brincando-de-sombra-seu-filho-gosta-de-imitar-voce-imitar-os-adultos-capacidade-inata-da-crianca-e-fundamental-na-conquista-da-autonomia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 19:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ECA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.colegiomatisse.com.br/site/?p=1020</guid>
		<description><![CDATA[Ao brincar com o filho Felipe, então com um mês de idade, o pediatra Antonio Marcio Junqueira Lisbôa, de Brasília, resolveu mostrar-lhe a língua. Para sua surpresa, o recém-nascido repetiu o gesto, tirando a língua para o pai. Mais tarde, ao testemunhar o mesmo fato inúmeras vezes no consultório, o pediatra comprovou que o gesto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao brincar com o filho Felipe, então com um mês de idade, o pediatra Antonio Marcio Junqueira Lisbôa, de Brasília, resolveu mostrar-lhe a língua. Para sua surpresa, o recém-nascido repetiu o gesto, tirando a língua para o pai. Mais tarde, ao testemunhar o mesmo fato inúmeras vezes no consultório, o pediatra comprovou que o gesto é absolutamente normal. &#8220;Os bebês imitam os adultos desde o primeiro dia&#8221;, acredita o médico, que acaba de lançar o livro Seu filho no dia-a-dia (Editora Record). Primeiro, são as expressões faciais, depois vêm os gestos corporais e, enfim, as palavras. &#8220;A imitação, capacidade inata do ser humano, é uma das formas mais eficientes de aprender novas ações&#8221;, afirma Lisbôa. É a partir de um ano que a imitação fica mais evidente. Não se espante se, ao se ajoelhar para regar uma planta, seu filho fizer o mesmo.<br />
Nessa fase, a partir de 1 ano, as crianças ficam obcecadas pelas coisas de gente grande, como telefones, panelas, chaves e eletrodomésticos. Quando seu filho finge estar conversando no telefone do pai ou sai andando pela casa com a bolsa da mãe a tiracolo, está desenvolvendo suas habilidades motoras e cognitivas. &#8220;O gesto é fundamental para a conquista da autonomia, e por isso deve ser incentivado&#8221;, afirma a psicóloga Ana Cássia Maturano. Mas, caso você esteja preocupada com a segurança da criança ou a conservação dos objetos, opte pelas imitações de brinquedo: telefones de plástico, minicozinha ou vassourinhas também estimulam o faz-de-conta.</p>
<p><strong>Siga o líder<br />
</strong>No jogo da imitação, os pais são os primeiros a ser copiados. Em seguida estão os demais adultos, como a babá e familiares e, por volta dos 18 meses, eles também copiam outras crianças. &#8220;Imitando os adultos, elas querem se igualar. Por isso, fazem questão de usar as mesmas coisas&#8221;, diz a psicóloga Ana Cássia. Para ela, os pais têm de se policiar, uma vez que são os principais &#8220;modelos&#8221; de identificação. &#8220;Além de gestos simples, como pentear o cabelo, a criança também imita a maneira como os pais falam. Se eles gritam ou dizem palavrões, é provável que a criança também o faça.&#8221;</p>
<p><strong>Tudo eu<br />
</strong>Na conquista da autonomia, depois de algumas tentativas, as crianças acham que já sabem fazer tudo sozinhas &#8211; e batem o pé se alguém tentar ajudar. Querem escovar os dentes, pentear o cabelo e comer como os adultos, mesmo que ainda não estejam totalmente habilitadas. &#8220;Deixar a criança agir por si só é uma maneira de demonstrar que se acredita na capacidade dela&#8221;, diz a psicóloga Ana Cássia Maturano. Para dar uma ajudazinha, basta providenciar objetos mais simples, como talheres infantis, copos e escovas de cabelo menores ou mesmo um banquinho para o filho alcançar a pia ao escovar os dentes. &#8220;E, é claro, não custa dar uma fiscalizada depois que ela terminar&#8221;, diz o pediatra Antonio Marcio Junqueira Lisbôa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/brincando-de-sombra-seu-filho-gosta-de-imitar-voce-imitar-os-adultos-capacidade-inata-da-crianca-e-fundamental-na-conquista-da-autonomia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O QUE EU FAÇO? MEU FILHO ESTÁ MORDENDO  Isabel Cristina Hierro Parolin</title>
		<link>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/1016/</link>
		<comments>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/1016/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 19:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ECA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.colegiomatisse.com.br/site/2009/05/25/1016/</guid>
		<description><![CDATA[Essa pergunta normalmente é feita por pais que têm um filho que morde e pela professora que deve administrar essa situação em sala de aula, sem falar na reação dos pais que têm o filho mordido, os quais também não sabem como agir. Morder faz parte do desenvolvimento de uma criança e é aceitável entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa pergunta normalmente é feita por pais que têm um filho que morde e pela professora que deve administrar essa situação em sala de aula, sem falar na reação dos pais que têm o filho mordido, os quais também não sabem como agir.</p>
<p style="text-align: justify;">Morder faz parte do desenvolvimento de uma criança e é aceitável entre 1 a 3 anos e meio. No entanto, essa manifestação causa transtornos enormes tanto para as famílias da criança que está mordendo quanto para o contexto social em que a criança está inserida, quer seja na escola, na casa dos avós, um parque, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente os pais se sentem impotentes diante das mordidas e a tendência é proteger a criança não a expondo em situações de convívio, o que pode vir a tardar a aprendizagem de não morder o outro. Não podemos esquecer que nessa idade a criança está aprendendo a conviver e está conhecendo o mundo e seu funcionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança morde por vários motivos: para experimentar simplesmente, para explorar e descobrir coisas, para se diferenciar, para lidar com a sua frustração, por estar com fome, com sono, por estar cansada, para chamar a atenção. Não é raro também a criança morder para ver a reação das pessoas, e isso, ao mesmo tempo que a maravilha, igualmente a assusta.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso perceber se a criança morde por impulso, para reagir a algo, ou se ela morde para se comunicar. De qualquer forma é preciso educar a criança que morde a buscar um comportamento social mais adequado. Os pais darem limites a criança é bom. Demonstrar que o que ela fez doeu e que vocês não gostaram. Afirmar que vocês não deixarão que aconteça novamente transmite segurança e ajuda muito. &#8221; Eu sei que você está cansado, mas fale pra mim ao invés de morder&#8230;&#8221; &#8221; Não será desta forma que seu coleguinha vai brincar com você&#8230;&#8221; &#8221; Você não pode morder as pessoas quando quer algo, é preciso dizer o que quer&#8230;&#8221; . Importante é que os pais ou professores demonstrem segurança para a criança e que eles estão ao lado dela para ajudá-la a controlar e adequar esse comportamento.<br />
É inútil e inadequado morder a criança para ela perceber como é ruim. Isso assusta e não educa. Também não é adequado pedir que ela se coloque no lugar da criança que foi mordida. A criança nessa faixa etária não consegue se colocar no lugar do outro e avaliar a situação sob outra ótica. Pior ainda quando os pais pedem para a criança colocar-se no lugar deles. &#8221; O que você faria se seu filho fizesse isso?&#8221; Esse tipo de orientação só deixa a criança confusa, e muitas vezes aumenta ainda mais a sensação de incompreensão do que está ocorrendo. A criança também se assusta ao morder e perceber a reação do outro. Melhor é dar outras saídas. &#8220;Meu filho, isso dói!  Morda esse brinquedo&#8221;, ou então, sugira para ele morder bem forte a bolacha, mas não morder as pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">É importantíssimo que a criança não se sinta culpada pelo que está acontecendo. Se os pais se desestabilizarem, acabarão gerando insegurança na criança e possivelmente ela morda ainda mais.<br />
Em sala de aula a conduta da professora deve ser semelhante aos dos pais. À criança que morde deve demonstrar que ela pode se manifestar de forma diferente e à criança mordida explicar que o coleguinha não queria machucar, sem deixar de dar a devida importância e atender ao susto e dor da mordida.<br />
Os educadores concordam que uma criança se desenvolve através de brincadeiras e jogos que estão relacionados, encaminhando-se de estágios mais primitivos para outros mais elaborados. Se o adultos que cercam uma criança a impediram de vivenciar,compreender e dominar cada etapa do seu desenvolvimento, ao invés de ajudarem, correm o risco de tardar a conquista da maturidade e da compreensão do mundo de seu filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Morder faz parte de uma das etapas do desenvolvimento e deve ser tratada dessa forma. A criança não é uma mordedora. Com calma e bom senso estamos preparando os nossos filhos para as vicissitudes da vida, que sabemos, não são poucas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/05/25/1016/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Adaptação Escolar: O Medo do Novo! Fernanda Pallone</title>
		<link>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/01/12/adaptacao-escolar-o-medo-do-novo-fernanda-pallone/</link>
		<comments>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/01/12/adaptacao-escolar-o-medo-do-novo-fernanda-pallone/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 14:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ECA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.colegiomatisse.com.br/site/?p=709</guid>
		<description><![CDATA[É. A adaptação das crianças à escola é diferente para cada um e às vezes pode ser um processo difícil e demorado, seja para o bebê, para o maiorzinho ou até para aquele que já está indo para o Ensino Fundamental. Mas o que será que podemos fazer para ajudá-las nesse processo? O vínculo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--></p>
<p><!--[if gte mso 10]><br />
<mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} --></p>
<p><!--[endif]--></p>
<p style="text-align: justify;">É. A adaptação das crianças à escola é diferente para cada um e às vezes pode ser um processo difícil e demorado, seja para o bebê, para o maiorzinho ou até para aquele que já está indo para o Ensino Fundamental. Mas o que será que podemos fazer para ajudá-las nesse processo?</p>
<p style="text-align: justify;">O vínculo da criança com a professora e os amiguinhos pode ser lento, é preciso paciência, tranqüilidade e, às vezes, deixar a nossa insegurança de lado para poder transmitir segurança para os pequeninos.</p>
<p style="text-align: justify;">O adulto é quem ensina a criança a distinguir o que é certo, do que não é. Distinguir o perigoso do não perigoso. Eles percebem tudo e aprendem rapidinho. Se a criança percebe que os pais têm medo, que estão inseguros de deixá-la na escola, pode entender que esse é um lugar perigoso, que não vai ser bom para ela. Isso pode prolongar ainda mais o tempo de adaptação.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o caso dos maiorzinhos &#8211; que também ainda são crianças conhecendo o mundo &#8211; precisa-se tentar entender o que se passa por suas cabecinhas, ouvir quais são seus receios e conversar sobre o assunto com eles. Contar também como foram as suas experiências na idade deles. Essa atenção vai deixá-los mais tranquilos e os fará perceber que não estão sozinhos, que tem alguém ao lado deles para ajudá-los na &#8220;batalha&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso dos pequeninos, com quem a conversa não será eficaz, é preciso muita calma, paciência e tranquilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Procure conhecer a professora e participe amplamente da vida de seu filho. As reuniões são muito importantes, até para ouvir a opinião de outros pais que podem, inclusive, dividir a experiência passada.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola é muito importante na vida da criança tanto no âmbito da educação, quanto no âmbito da socialização. É na interação com outras crianças que aprendem a dividir, brincar e ser criança.</p>
<p style="text-align: justify;">E lembre-se: a escola é uma super aliada na formação e educação dos filhos. Portanto, sempre que sentir necessidade de uma conversa sobre a criança ou quiser dar uma opinião e até uma crítica aproveite essa parceria, a escola de seu filho com certeza estará sempre de portas abertas.</p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.escoladacriancaativa.com.br/site/2009/01/12/adaptacao-escolar-o-medo-do-novo-fernanda-pallone/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

